ANIVERSÁRIO DA PARÓQUIA

Aniversário da Paróquia no próximo dia 2 de Fevereiro. Celebração às 19h30 na Igreja. Jantar no Centro Paroquial. Inscrições para o jantar na portaria do Convento (Telf. 226165760).

Madrid 2011

segunda-feira, 10 de março de 2008

Sábado da semana IV da Quaresma - reflexão...


Concílio Vaticano II

Constituição Apostólica sobre a Igreja, "Lumen Gentium", nº. 9

Pela sua cruz, Cristo reune os homens divididos e dispersos

A nova aliança instituiu-a Cristo, como novo testamento no Seu sangue (cfr. 1 Cor. 11,25), chamando o Seu povo de entre os judeus e os gentios, para formar um todo, não segundo a carne mas no Espírito e tornar-se o Povo de Deus...: «raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo conquistado... que outrora não era povo, mas agora é povo de Deus» (1 Ped. 2, 9-10).

Este povo messiânico, ainda que não abranja de facto todos os homens, e não poucas vezes apareça como um pequeno rebanho, é, contudo, para todo o género humano o mais firme germe de unidade, de esperança e de salvação. Estabelecido por Cristo como comunhão de vida, de caridade e de verdade, é também por Ele assumido como instrumento de redenção universal e enviado a toda a parte como luz do mundo e sal da terra (cfr. Mt. 5, 13-16)... Aos que se voltam com fé para Cristo, autor de salvação e princípio de unidade e de paz, Deus chamou-os e constituiu-os em Igreja, a fim de que ela seja para todos e cada um sacramento visível desta unidade salutar.

Destinada a estender-se a todas as regiões, ela entra na história dos homens, ao mesmo tempo que transcende os tempos e as fronteiras dos povos. Caminhando por meio de tentações e tribulações, a Igreja é confortada pela força da graça de Deus que lhe foi prometida pelo Senhor para que não se afaste da perfeita fidelidade por causa da fraqueza da carne, mas permaneça digna esposa do seu Senhor, e, sob a acção do Espírito Santo, não cesse de se renovar até, pela cruz, chegar à luz que não conhece ocaso.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Profissão de Fé


Informamos que não se aceitam mais inscrições para a Profissão de Fé no dia 18 de Maio pelo facto de este dia já estar completo.

Ainda há disponibilidade para os dias 04 e 22 de Maio.

Obrigado pela vossa compreenssão.

6ª-feira da semana IV da Quaresma - reflexão...


Orígenes (cerca 185-253), padre e teólogo

Comentário a S. João, 19,12

“Procuravam, então, prendê-lo, mas ninguém Lhe deitou a mão, porque ainda não chegara a Sua hora”

Procurar Jesus é muitas vezes um bem, porque é o mesmo que procurar o Verbo, a verdade e a sabedoria. Mas vocês vão dizer que as palavras “procurar Jesus” são por vezes pronunciadas a propósito dos que lhe querem mal. Por exemplo: “Procuravam, então, prendê-lo, mas ninguém Lhe deitou a mão, porque ainda não chegara a Sua hora”. “Eu sei que sois a descendência de Abraão, mas vós procurais matar-me porque a Minha palavra não tem cabimento em vós” (Jo 8,37). “Mas vós procurais matar-me, a Mim que vos disse a verdade que ouvi a Deus!” (Jo 8,40).

Estas palavras… não se opõem a esta outra: “Quem procura encontra” (Mt 7,8). Existem sempre diferenças entre os que procuram Jesus: nem todos O procuram sinceramente para a sua salvação e para obter a Sua ajuda. Há homens que O procuram por inumeráveis razões muito longínquas do bem. É por isso que só os que O procuraram de coração sincero encontraram a paz, aqueles de quem se pode verdadeiramente dizer que procuram o Verbo que está com Deus (Jo 1,1), para que Ele os leve a Seu Pai…

Ele ameaça ir-se embora se não é acolhido: “Eu vou-me embora: vós haveis de Me procurar” (Jo 8,21)… Ele sabe de quem se afasta e junto de quem permanece sem ser ainda encontrado, para que se O procuram O encontrem no tempo favorável.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Orações


A oração cristã não se confina à repetição das orações que um dia aprendemos em casa ou na catequese... mas há momentos em que estas "pequenas" orações são fundamentais...

Para quem tiver muita curiosidade pode ainda visitar a página web Paróquias de Portugal onde encontrará uma lista considerável de orações...

Boa Oração!

5ª-feira da semana IV da Quaresma - reflexão...


Jacques de Saroug (cerca 449-521), monge e bispo sírio

Homilia sobre o véu de Moisés

“Foi de mim que falaram na Escritura”

“O rosto de Moisés resplandecia porque ele tinha falado com Deus. Aarão e todos os Israelitas o viram… e tiveram medo de se aproximarem dele… Quando Moisés acabou de lhes falar, cobriu o rosto com um véu” (Ex 34,29s). O brilho com o qual o rosto de Moisés resplandecia, era Cristo que brilhava nele; mas não se mostrou aos olhos dos Hebreus; eles não o viram… Todo o Antigo Testamento se nos apresenta velado, como Moisés, o símbolo de toda a profecia. Por detrás desse véu, estendido sobre os livros dos profetas, aparece Cristo, augusto juiz, sentado sobre o seu trono de glória…

Se Moisés estava velado, que outro profeta poderia descobrir a face? Por conseguinte, a seguir a ele, todos estavam velados nos seus discursos. Simultaneamente, anunciavam e cobriam; apresentavam a sua mensagem, e ao mesmo tempo encobriam-na com um véu… É porque Jesus brilhava nos seus livros que um véu o escondia aos olhos, véu que proclamava a todo o universo que as palavras das Santas Escrituras tinham um sentido escondido…

Nosso Senhor levantou este véu quando explicou os mistérios ao universo inteiro. Pela sua vinda, o Filho de Deus descobriu o rosto de Moisés velado até então, palavras ininteligíveis. A nova aliança veio iluminar a velha; o mundo pode enfim apoderar-se dessas palavras que mais nada encobre. O Senhor, nosso Sol, elevou-se sobre o mundo e iluminou toda a criatura; mistério, enigmas são finalmente esclarecidos. O véu que cobria os livros foi levantado e o mundo contempla o Filho de Deus com o rosto descoberto.

Notícias da Igreja

A vinda de Jesus à Terra