ANIVERSÁRIO DA PARÓQUIA

Aniversário da Paróquia no próximo dia 2 de Fevereiro. Celebração às 19h30 na Igreja. Jantar no Centro Paroquial. Inscrições para o jantar na portaria do Convento (Telf. 226165760).

Madrid 2011

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Nasceu Jesus


São Mateus e São Lucas contam-nos como nasceu Jesus... Todos sabemos a força que exerce na nossa imaginação o nascimento do Deus Menino... Como será que as nossas crianças entendem e interpretam este acontecimento? Como nos relatam a história sobre o nascimento de Jesus?
Um grupo da nossa catequese redigiu uma história... Vejam-na!

Santo Nata!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

O nascimento de Jesus

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Conto de Natal

A Magia do Natal

Era Dezembro e todos esperávamos que a magia acontecesse.
Da cozinha quente chegava-nos um cheiro doce a rabanadas acabadas de fazer, envoltas em canela, fumo e calor do fogão de lenha de casa da minha avó.
O presépio magnificamente simples fazia-nos lembrar a essência e a verdadeira importância do Natal.
Todos os anos, o Avô esperava por nós e juntos íamos pela serra apanhar musgo verdinho e húmido nas sombras dos pinheiros, entre as pedras escondidas e em lugares únicos que só o meu avô conhecia.
Depois do musgo era a cortiça, para montar o estábulo igual ao de Belém. Então, num misto de medo e excitação, entravamos sorrateiramente num terreno que não era nosso, um de nós ficava de vigia, e o avô descascava o sobreiro com mestria de rapinador.
Era uma tarde tão bem passada com uma intimidade profunda de sentimentos puros…
Voltávamos com as unhas pretas e a alma clara cheia de gargalhadas francas e simples, e aquilo fazia-nos bem.
Forrávamos o armário com uns panos verdes, cuidadosamente lavados de um ano para o outro, e espalhávamos o musgo. A avó montava o estábulo e,
atenção, muita atenção, que íamos desembrulhar o presépio.
Todos os anos era como se fosse a primeira vez que o víamos. Abríamos a boca de espanto e o coração enchia-se de uma inexplicável ternura.
Era tão bonito montar o presépio em casa dos meus avós…
O avô desembrulhava o S. José, fazia-nos ver que o importante é acreditar nas pessoas, ser humilde e responsável.
Era a vez da avó desembrulhar a imagem de Maria. Era tão bom desembrulhar a imagem de Maria. Sentíamo-nos protegidos e contentes. A minha avó fazia-nos ver que a coisa melhor do mundo é o amor de mãe. É mágico e poderoso, eterno e indestrutível, é puro e incondicional.
O manto azul de Maria já tinha manchas do tempo, como as mãos da minha avó, mas era tão bonito na mesma.
Depois um de nós punha o burro, outro a vaca, e o mais pequenino punha a estrela. Houve um ano que me calhou a mim pôr a manjedoura, ainda me lembro da minha alegria…
E o menino Jesus?
O menino Jesus era o meu pai que punha, mas só na noite de Natal.
Esse ano não foi diferente dos outros, ou foi, foi sim, era sempre diferente e impossível de acreditar.
Depois da Missa do Galo e antes da ceia, o meu pai foi pôr o menino Jesus nas palhinhas e a magia aconteceu, mais uma vez a magia aconteceu:
De repente, o nosso coração enchia-se de fé e de luz e a nossa alma emanava alegria e amor pelo Deus Menino que nasceu.
Era Natal.

Leonor Mexia
Dezembro 2007

Obrigado Leonor pela candura das palavras que neste quadra nos recordam a ternura de Deus! FZM

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Natal: Festa do acolhimento ou de exclusão?


Mensagem do Frei Pedro Fernandes, OP

Estamos no Tempo do Advento, tempo de esperança e de preparação para o Natal. Este será celebrado consoante for a sua preparação. Temos que estar acordados e em condições de receber Aquele que quer estabelecer a sua morada em nós. Ele não só nasceu para nós, mas quer nascer em nós. Estamos já a viver o mistério do nascimento de Jesus. O Emmanuel veio ter connosco, fazendo-se um de nós, “em tudo igual a nós, menos no pecado.” Veio assumir a natureza humana; fez-se homem para nós. Se isto aconteceu, foi por iniciativa do Pai: “Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu Filho único”. É o Amor de Deus que presidiu a esta iniciativa, e que dá sentido a este Acontecimento. É o amor que dá sentido à vida. É porque Deus nos ama que nos enviou o seu Filho muito amado, para habitar entre nós e permanecer em nós, fazendo, de cada homem, a sua morada; o seu presépio será no coração dos homens, se eles deixarem. Saibamos acolhê-lo e adorá-lo, como os pastores e os Magos.

Lê-se no Evangelho de João 1, 11: “veio para o que era seu, e os seus não o receberam.”
Não sejamos deste grupo. Será que o acolhemos? Deixamo-nos acolher por Ele? Que acolhimento fez Ele aos pastores, aos Magos, às crianças, aos pecadores, às prostitutas, aos doentes, aos pequenos, aos estrangeiros, aos imigrantes, às viúvas? Que acolhimento lhe fizeram os fariseus, os escribas, os saduceus, Herodes, Pilatos, etc? Que acolhimento lhe fizeram os que o mataram? Pagou-lhe Ele com a mesma moeda? Não, mas disse: “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem”. A sua atitude foi sempre de acolhimento e não de exclusão. Tentou recuperar as pessoas, recriá-las, reintegrá-las, ou rotulá-las e marginalizá-las? A vida de Jesus fala por si. Ele nunca excluiu ninguém, por muito mau que fosse; rejeitou o mal que as pessoas faziam, mas não rejeitava as pessoas; nem se deixava levar pelo que os outros diziam. A sua missão era salvar a todos e que nenhum se perca. Temos muito a aprender d’Ele. “Aqueles que o receberam, deu-lhes a dita de se tornarem filhos de Deus; eles que não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo.1,11­13).
Que ninguém se sinta excluído nem por Deus, nem por ninguém; mas que nenhum de nós se atreva a excluir alguém, mesmo que tenha dito mal de nós ou nos tenha prejudicado. “quem vos rejeita a mim rejeita” – diz o Senhor.

Para acolher, é preciso amar; aquele que não ama o seu irmão que vê, é homicida; há muita maneira de matar, de excluir, de pôr de parte; Ele não nos põe de parte, nem nos exclui. Se Ele é Mestre e Senhor devemos aprender d’Ele a fazer o mesmo: “quem vos acolhe a mim acolhe.” É caso para nos interrogarmos: como acolhemos o Senhor que nasceu por nós e para nós? Tomamo-lo a sério? Aceitamo-lo como Ele se revelou e se dá a conhecer? Aceitamo-lo ou excluímo-lo da nossa vida? Neste Natal, haverá lugar no nosso coração, no seio das nossas famílias, nos nossos grupos, lugar para Ele? Que, na vida, e muito menos nesta quadra litúrgica, que ninguém se sinta excluído, porque Ele veio para acolher e ensinar-nos a acolhê-lo e a acolher os outros. Estejamos atentos para acolher as pessoas que estão sós, ou doentes, que são os que mais precisam; o melhor que lhes podemos dar, além da nossa oração, é a nossa presença humana, fraterna e acolhedora; no fundo necessitam de calor humano. Não nos cansemos de fazer o bem; se assim procedermos, chegaremos ao fim com o dever cumprido.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Confissões no Advento


Com o intuito de preparar e viver bem o Advento e o Natal haverá confissões na catequese. O Sacramento da Reconciliação destina-se às crianças do 4º, 5º e 6º anos (Descobrir 2, Celebrar 1 e Celebrar 2). O horário será na hora da catequese, de 9 a 15 de Dezembro.


CALENDÁRIO DAS CONFISSÕES

Domingo, 09 de Dezembro: às 10h30
2ª-feira, 10 de Dezembro: às 17h00 e às 18h30
3ª-feira, 11 de Dezembro: às 17h00 e às 18h30
4ª-feira, 12 de Dezembro: às 17h00 e às 18h30
Sábado, 15 de Dezembro: às 11h00

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Curso de Iniciação


No passado dia 29 de Novembro terminou o Curso de Iniciação à Catequese. Frequentaram este curso 60 catequistas (oriundos, na sua grande maioria, da nossa Paróquia). Os participantes poderão fazer a avaliação do mesmo no dia 06 de Dezembro, às 21h00, no Auditório do Centro Paroquial.


O Secretariado Diocesano da Educação Cristã do Porto disponibiliza o Livro do Formando onde os catequistas encontram as informações necessárias para uma conveniente preparação.


Para outras informações contactar a Secretaria da Catequese.

Notícias da Igreja

A vinda de Jesus à Terra