ANIVERSÁRIO DA PARÓQUIA

Aniversário da Paróquia no próximo dia 2 de Fevereiro. Celebração às 19h30 na Igreja. Jantar no Centro Paroquial. Inscrições para o jantar na portaria do Convento (Telf. 226165760).

Madrid 2011

terça-feira, 3 de junho de 2008

Férias com Jesus



Obrigado Jesus por este ano de Catequese.
Foi bom conhecer-Te melhor. És mesmo especial… Estás sempre disponível para os outros.
Acho que nos damos bem.

Queria tanto levar-Te para férias. Vens comigo?
Acho que cabes. A nossa casa não é muito grande, mas há sempre lugar para Ti.

Vamos os dois mergulhar no mar azul, baloiçar com as ondas, se calhar até vemos peixes, que Tu tanto gostas.

Também podemos fazer castelos na areia.
Ajudas-me Senhor? É porque assim as ondas não os levam, porque nada acaba com que Tu constróis.

Queres ser da minha equipa de futebol?
Sabes, é que contigo ao meu lado eu ganho sempre…

Tenho a certeza que os meus amigos vão gostar de Ti. Vou apresentar-tos todos e vais estar sempre no meio de nós.

E à noite, quando ouvirmos as cigarras e as rãs a coaxar no lago, rezamos juntos e adormecemos em paz…

Estou tão contente Senhor!

Que bom que vai ser ir conTigo de férias!

************************************************
Obrigado Leonor!

3ª-feira da semana IX do Tempo Comum - reflexão...


Comentário ao Evangelho do dia (Marcos 12,13-17) feito por:

Santo Atanásio (295-373), bispo de Alexandria, doutor da Igreja

Sobre a Encarnação do Verbo, 13

Cristo é a imagem de Deus invisível; nele temos a redenção e a remissão dos pecados (Col 1, 14.15)

Dado que os homens se tornaram insensatos e que o engano dos demónios lançou a sua sombra de todos os lados e escondeu o conhecimento do verdadeiro Deus, o que é que Deus deveria fazer? Calar-se perante uma situação destas? Aceitar que os homens sejam extraviados assim e não conheçam a Deus?... Deus não vai permitir que as suas criaturas se extraviem para longe dele e sejam sujeitas ao nada, sobretudo se este extravio se torna para eles causa de ruína e de perda, quando os seres que participaram na imagem de Deus (Gn 1,26) não devem perecer? Que é pois necessário que Deus faça? Que fazer, senão renovar neles a sua imagem, a fim de que os homens possam de novo conhecê-lo?

Mas como fazer isto, a não ser pela presença da imagem do próprio Deus (Col 1,15), nosso Salvador Jesus Cristo? Isso não é realizável pelos homens, porque eles não são a imagem mas criados segundo a imagem; isto também não é realizável pelos anjos, porque mesmo eles não são imagens. Foi por isso que o Verbo de Deus veio ele próprio, ele que é a imagem do Pai, a fim de estar em condições de restaurar a imagem no fundo do ser dos homens. Além disso, isso não podia produzir-se se a morte e a degradação que a segue não fossem destruídos. Foi por isso que ele tomou um corpo mortal, a fim de poder destruir a morte e restaurar os homens feitos segundo a imagem de Deus. A imagem do Pai, portanto, o seu santíssimo Filho, veio até nós para renovar o homem feito à sua semelhança e para o encontrar, dado que estava perdido, pela remissão dos seus pecados, como ele próprio disse: «Eu vim procurar e salvar o que estava perdido» (Lc 19,10).

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Encerramento das Actividades


No próximo dia 15 de Junho, na Missa da Catequese, será o encerramento das nossas actividades. Estamos todos convidados a participar nesta celebração e agradecer ao Senhor por este ano catequético.

A Missa será no Auditório do Centro Paroquial às 12h00.

Vem e participa!

2ª-feira da semana IX do Tempo Comum - reflexão...


Comentário ao Evangelho do dia (Marcos 12,1-12) feito por :

Santa Catarina de Sena (1347-1380), terciária dominicana, doutora da Igreja, co-padroeira da Europa

O Diálogo, 24

«Eu sou a verdadeira videira e meu Pai é o agricultor» (Jo 15,1)

[Deus disse a santa Catarina:] Sabes o que é que eu faço assim que os meus servidores querem seguir a doutrina do doce Verbo do amor? Eu podo-os para que produzam muito fruto e para que os seus frutos sejam doces e não voltem a ser selvagens. O agricultor limpa os ramos da vinha para que eles produzam um vinho melhor; não é isso que eu faço, eu, o verdadeiro agricultor? (Jo 15,1). Aos meus servidores que permanecem em mim, eu os limpo por meio de muitas atribulações, para que produzam frutos mais abundantes e melhores e para que sejam comprovados pela virtude; mas aos que permanecem estéreis eu os corto e lanço ao fogo (Jo 15,6).

Os verdadeiros trabalhadores trabalham bem as suas almas; eles arrancam todo o amor-próprio e voltam à terra do seu amor por mim. Eles adubam e aumentam assim a semente da graça que receberam no santo baptismo. Cultivando a sua vinha, cultivam também a do próximo; não podem cultivar uma sem a outra. Lembra-te sempre que todo o mal e todo o bem se fazem por meio do próximo. É assim que sois meus agricultores, procedentes de mim, o eterno agricultor. Fui eu que vos uni e transferi para esta vinha graças à união que estabeleci convosco... Todos juntos formais uma só vinha universal...; estais unidos na vinha do corpo místico da santa Igreja, da qual extraís a vossa vida. Nesta vinha está plantada a cepa do meu Filho único, ao qual deveis estar ligados, para permanecerdes em vida.

domingo, 1 de junho de 2008

Domingo da semana IX do Tempo Comum - reflexão...


Comentário ao Evangelho do dia (Mateus 7,21-27) feito por :

Santo Afraate (?-c. 345), monge e bispo em Niínive, perto de Mossul, no actual Iraque

Exposições nº 1

«Porque ninguém pode pôr outro fundamento diferente do que foi posto, isto é, Jesus Cristo» (1Co 3, 11)

Um rei não permanece numa casa que se encontra vazia de tudo. Um rei exige toda uma ornamentação doméstica, por forma a que nada lhe falte. [...] O mesmo acontece ao homem que se torna uma habitação para Cristo-Messias: provê a tudo quanto convém ao serviço do Messias que nele habita, provê às coisas que Lhe agradam.

Com efeito, começa por construir o seu edifício sobre a rocha, que é o próprio Messias. Sobre esta rocha faz assentar a fé, e é sobre a fé que se eleva todo o edifício. Para que a casa se torne Sua morada, é-lhe exigido o puro jejum, estabelecido sobre a fé. É-lhe exigida a oração pura, recebida na fé. É-lhe exigido o amor, montado sobre a fé. Tem igualmente necessidade de esmolas, dadas com fé. Que peça a humildade, amada com fé. Que escolha para si a virgindade, apreciada na fé. Que leve para sua casa a santidade, plantada sobre a fé. Que medite igualmente na sabedoria, encontrada na fé. Que peça para si a condição de estrangeiro, proveitosa na fé. Terá de ter simplicidade, combinada com a fé. Que peça igualmente paciência, que é realizada por meio da fé. Que se torne perspicaz pela doçura, adquirida pela fé. Que ame a penitência, que aparece à fé. Que peça ainda a pureza, guardada pela fé. [...] Eis as obras exigidas pelo rei Messias, que habita nos homens que constroem por meio de tais obras. Com efeito, a fé é composta por muitas coisas e adorna-se com muitas cores, porque é semelhante a um edifício construído com diversos materiais, e o seu edifício eleva-se até aos céus. [...]

O mesmo se passa com a nossa fé: o seu fundamento é a verdadeira rocha, Nosso Senhor Jesus, o Messias. [...] Este fundamento é a base de todo o edifício. Se alguém acede à fé, está firmado sobre a rocha, isto é, sobre Nosso Senhor Jesus, o Messias. E o seu edifício não será abalado pelas torrentes, nem colocado em perigo pelos ventos, nem se abaterá nas tempestades, porque o edifício foi construído sobre a rocha, que é o verdadeiro fundamento.

Notícias da Igreja

A vinda de Jesus à Terra