ANIVERSÁRIO DA PARÓQUIA

Aniversário da Paróquia no próximo dia 2 de Fevereiro. Celebração às 19h30 na Igreja. Jantar no Centro Paroquial. Inscrições para o jantar na portaria do Convento (Telf. 226165760).

Madrid 2011

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Dinâmica de Advento


Percurso de Advento
para o Espaço da Catequese

Para cada catequese de Advento, propõe-se reservar um tempo para a dinâmica sugerida. Propomos o seguinte esquema:


1° Passo: Partilha da vivência em família

A partir do segundo Domingo, no princípio da catequese sugere-se que os catequizandos e o catequista partilhem a experiência realizada em família, durante a semana. A vida torna-se experiência se os acontecimentos forem reflectidos e interiorizados.

2° Passo: Preparar a escuta / o encontro com o Emanuel

Uma das Metas essenciais da catequese é oferecer aos catequizandos a possibilidade de se encontrarem com Jesus Cristo. O tempo da Palavra é neste contexto um momento de grande importância. É necessário cuidar de forma muito especial o local, o silêncio, a postura interior e física, para oferecer à Palavra um terreno propício.

3° Passo: Texto bíblico

É proposta a leitura de um dos textos da liturgia da semana para ser escutado e comentado na catequese. Dele é extraída uma frase que será a fonte de alimento para a semana.

4 ° Passo: Reflexão

Sendo o Catequista o primeiro a envolver a sua vida na dinâmica de conversão, A Mensagem propõe uma breve reflexão que será um apoio para a meditação e preparação deste.

5° Passo: Frase a guardar no coração, decorar, meditar e partilhar

Em cada semana é escolhida uma frase que acompanhará o catequizando e lhe permitirá levar a mensagem de Advento para casa. Como fazer? Num primeiro momento, explicar e conversar sobre a frase; seguidamente, pedir que os catequizandos a escrevam (para ser afixada em casa) e a decorem. Os catequistas podem oferecer, cada semana, uma pequena folha de cor para que aí, se escreva a frase. A mesma pode ser afixada na sala de catequese.

6°passo: Motivação para
a vivência na família

Apresentar aos catequizandos o projecto semanal e motivar para o mesmo. Nele, cada semana se descobre uma das figuras do presépio, no que elas têm de qualidades humanas, de santidade e de importância para a nossa vida e propõe-se uma dinâmica a realizar na família.

in A Mensagem nº 387

Advento 2007




Ser para Ele
Nascer em Nós





Somos um povo de sentinelas à espera da aurora, dessa Luz Divina que vem de dentro, do mais intimo do intimo da humanidade, dessa Luz que é fonte, alimento e meta da História.


Se Deus já encarnou há 2000 anos, em Jesus Cristo na nossa terra, na nossa carne, em coração humano; se Ele já fez seus os nossos projectos, a nossa liberdade e esperança, as nossas alegrias e perplexidades: porquê ESPERAR? Porquê entrar em tempo de Advento?


O "naScER de Deus", a vinda do Emanuel, para o humano SER em DEUS, depende da atitude pessoal e comunitária de disponibilidade à presença do Espírito que renova todas as coisas e da decisão pessoal de conversão.


O Advento 2007 é mais uma oportunidade que a liturgia nos oferece para trazer ao coração, a memória de um Deus que encarna cada dia na história individual e comunitária.


Toca-nos aqui e agora: confiar, esperar, disponibilizar-se, rasgar o coração, abrir a inteligência e as mãos!
Toca-nos aqui e agora contemplar o Amor de Deus para que, o ícone humilde do mistério, imprima no nosso ser e viver os traços do Deus Ternura e da família de Belém.
Toca-nos aqui e agora olhar à nossa volta e descobrir os sinais da presença do Verbo Encarnado nos seres humanos que acompanham o nosso viver.

Deus encarna e o ser humano diviniza-se, Deus abaixa-se e o ser humano eleva-se! Que este mistério de amor abale e enterneça o nosso Ser
e assim aconteça cada dia Natal!


Mª Isabel Azevedo de Oliveira, in A Mensagem 387

Foto do Coro de Pais



sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Vídeo - Coro dos Pais da Catequese


Com amizade e profunda gratidão!

Dez Mandamentos para os Pais com Filhos na Catequese

1. Não somos uma ilha. Assim como precisamos da família e da sociedade para fazer nascer e crescer o nosso filho, mesmo que a primeira responsabilidade seja sempre nossa, também precisamos da Igreja, para que o nosso filho, renascido pelo Baptismo, cresça connosco na fé.

2. Não nos bastamos a nós próprios na educação da fé, mesmo que sejamos os primeiros catequistas dos nossos filhos. Os catequistas da nossa paróquia estão à nossa disposição, não para ser nossos substitutos, mas para se tornarem nossos colaboradores na educação da fé. O seu trabalho, feito em comunhão com a Igreja, será sempre em vão, sem o nosso empenho e colaboração!

3. Não faltaremos à Catequese. A Catequese não é um «ensino» avulso e desorganizado. É uma educação da fé, feita de modo ordenado e sistemático, de acordo com o programa definido pelos Catecismos. As faltas à Catequese quebram a sequência normal da descoberta e do caminho da fé. Velaremos pela assiduidade dos nossos filhos. E pelo seu acompanhamento, num estreito diálogo com o pároco e os catequistas.

4. Não esperamos da Catequese que faça bons alunos. Antes, pretendemos que ela nos ajude a formar discípulos de Jesus, que O seguem, em comunidade. Não desprezaremos a comunidade dos seus discípulos, a Igreja, nos seus projectos, obras e iniciativas.

5. Não queremos, apesar de tudo, que a Catequese seja o nosso primeiro compromisso cristão. Participar na Eucaristia Dominical é um bem de primeira necessidade. Saberemos organizar a agenda do fim-de-semana, pondo a Eucaristia, em primeiro lugar. Custe o que custar!

6. Não queremos que a Catequese substitua as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica nem o contrário. Porque a Catequese, não é uma “aula”, em ambiente escolar, dirigida sobretudo à inteligência, e destinada a articular a relação entre a fé e a cultura. A Catequese é sobretudo um “encontro”, no ambiente da comunidade, que se dirige à conversão da pessoa inteira, à sua mente, ao seu coração, à sua vida. A disciplina de EMRC e a Catequese não se excluem mas implicam-se mutuamente.

7. Não estaremos preocupados por que os nossos filhos “saibam muitas coisas”. Mas alegrar-nos-emos sempre, ao verificarmos que eles saboreiam a alegria de serem cristãos, e vão descobrindo, com outros cristãos, a Pessoa e o Mistério de Jesus, o Amigo por excelência, o Homem Novo, o Deus vivo e o Senhor das suas vidas!

8. Não exigiremos dos nossos filhos, o que não somos capazes de dar. Por isso, procuraremos receber nós próprios formação e catequese, para estarmos mais esclarecidos e mais bem preparados. Procuraremos estar onde eles estão. Rezar e celebrar com eles, de modo a que a nossa fé seja vivida em comum na pequena Igreja que é a família e se exprima na grande família que é a Igreja.

9. Não exigiremos dos nossos filhos o que não somos capazes de fazer. Procuraremos pensar e viver de acordo com os valores do Evangelho. Sabemos bem que o testemunho é a primeira forma de evangelização. Deste modo, eles aceitarão melhor a proposta dos nossos ideais e valores.

10. Jamais cederemos à tentação de “mandar” os filhos à Catequese, para nos vermos livres deles ou para fugirmos às nossas responsabilidades.

Notícias da Igreja

A vinda de Jesus à Terra